oliva

minha adoração pela imagem começou na primeira infancia, com as figuras em revistas, livros, nas pinturas, quadrinhos, nas animações...
com os filmes essa adoração ganhou um novo contexto (mas esse interesse veio expecificamente aos 12 com a insonia). mais recentemente descobri a fotografia - o que abriu meus olhos em um nivel que nunca imaginei - e tenho uma admiração pela arquitetura e tambem um interesse por esculturas. ouvi de um genio que a imagem escraviza e concordo. mas fazer o que? ja sou escravizado pelas imagens em minha mente.
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Happy Together (1997, Wong Kar-Wai)

(Source: yoyohelmet)

travel-photos-emb:

Japan 1960s Mod culture in Japan

so young, pra ler ouvindo obssession do suede

de todas as noites que passei em claro, as mais doloridas foram as que não lembrei de ti.
toda força que fiz pra te odiar teria sido melhor empregada se tivesse sido dedicada em me perdoar.
não lembrar do quanto és cativante é o mesmo que vagar na neblima densa. cego e sufocado.
sou minha própria sentença, meu algoz, minha sombra sumindo e desfazendo quem eu fui.
sou uma mentira real.
uma consciência morta do amor já perdido. despedaçado. esquecido.
meus braços se erguem mas as mãos não te alcançam. minha fraqueza tem vergonha da tua grandeza.
minhas preces são para que volte, e me faça gigante outra vez.
meu desejo agora é sentir teu gosto, me compelindo a atos heróicos e desmedidos.
meu corpo já não é mais o mesmo, mas meu coração continua forte.
minhas convicções já não são meu norte, meu oriente se distância sem teu ocidente.
meu amor ainda é teu, minha eterna juventude.

Music is the weapon “Fela Kuti”

Africa, o ventre da humanidade e de sua cultura.
na música ela vibra como veias que conduzem nosso sangue, ao fazer correr os sons que nos inquietam e fazem balançar nossos corpos.
a riqueza de gêneros e de artistas que nascem (literalmente ou musicalmente) com uma missão, política e artística. no continente negro, viver é um desafio, fazer música é ser não só parte da cultura primordial, também é ser guerreiro, militante da música que os primeiros faziam, no contexto atual de miséria e pragas é ser santo. enquanto a maioria luta por sobrevivência, uns poucos mais que inspirados se permitem produzir arte. não deixá-la morrer. música é a arma do povo.

1956- Gordon Parks documented the everyday lives of an extended black family living in rural Alabama under Jim Crow segregation for Life magazine’s photo-essay “The Restraints: Open and Hidden.” (via)

(Source: vintagegal)

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